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O que é Computação Baseada em Servidor?

A computação tradicional de minis e mainframe são exemplos clássicos de "computação centralizada" onde o processamento é baseada em servidor. Antes do surgimento dos computadores desktop com sofisticada interface gráfica como a dos Macintosh e do MSWindows, em máquinas do tipo UNIX a maioria das aplicações rodava em computador central e eram acessadas a partir de terminais remotos com interface de uso orientada a caracteres.

Com o surgimento maciço de aplicativos com interface gráfica Windows, o problema é que esses tipos de máquinas não suportavam as milhares de aplicações baseados na GUI Windows, o que limitava sua execução apenas em equipamentos desktop.

O modelo de computação baseado em servidor emprega três componentes críticos. O primeiro é um sistema operacional multiusuário que permite que vários usuários simultâneos façam logon e executem aplicativos em sessões separadas e protegidas em um único servidor.

A segunda é uma tecnologia de computação altamente eficiente que separa a lógica da aplicação da sua interface de usuário, de modo que apenas toques de teclas, cliques de mouse e atualizações de tela percorrem a rede. Como resultado, o desempenho do aplicativo é independente de largura de banda. O terceiro componente chave, gerenciamento centralizado de aplicativos e clientes, permite que grandes ambientes de computação superem os desafios críticos de implantação de aplicativos de gerenciamento, acesso, desempenho e segurança.

Para dar acesso remoto às aplicações gráficas, historicamente foram trilhadas duas estratégias distintas com o mesmo objetivo.

A primeira tecnologia de acesso remoto a aplicações se baseava num protocolo que transportava a tela de uma aplicação gráfica rodando em servidor central para um terminal gráfico remoto. Isto permitiu que aplicações gráficas que rodavam apenas em estações gráficas UNIX chamadas workstations, pudessem também ser acessadas também remotamente em terminais gráficos através de um protocolo apropriado. Esta tecnologia se originou com aplicações UNIX e posteriormente foi levada também para as aplicações Windows. Uma das pioneiras nesta tecnologia foi a empresa americana GraphOn, que até hoje fornece versões do seu produto GO-Global para ambiente UNIX e LINUX, além de ter desenvolvido também uma versão para aplicativos Windows, porém sempre fiel ao conceito de publicar apenas as aplicações. Baseado num protocolo originário do mundo UNIX, o X-Windows, a Graphon melhorou este protocolo tornando o mais eficiente e rápido e o chamou de RXP, ou RAPID X-PROTOCOL, protocolo muito rápido e eficiente, que consome um mínimo de banda e oferece altíssimo desempenho. Em 1997, a GraphOn adquiriu a tecnologia da Corel para rodar aplicações através do browser, se tornando a pioneira em permitir o Web Enabling de aplicações tradicionais cliente/servidor.

A segunda tecnologia para o processamento centralizado de aplicações Windows foi desenvolvida pela Citrix, com sua tecnologia MULTIWIN, que posteriormente foi licenciada para a Microsoft que com ela desenvolveu o seu produto TERMINAL SERVER. O Terminal Server é baseado no protocolo RDP e nasceu como um produto monousuário com objetivos de suporte e manutenção aos servidores WINDOWS NT, porém com a adição da tecnologia MULTIWIN licenciada da Citrix, se tornou a base do TERMINAL SERVICES, um dos padrões do processamento baseado em servidor. A tecnologia TERMINAL SERVICES sempre teve o objetivo de fornecer toda a tela de uma sessão Windows rodando em servidor central, e apenas em 2008 apresentou uma opção para rodar apenas a aplicação centralizada, produto chamado de REMOTE APP.

A diferença entre as duas tecnologias é o desempenho. Por razões obvias, quando é executada uma sessão completa de Windows em servidor central, o processamento é bem mais pesado pela grande quantidade de processos de um ambiente completo de Windows, em comparação com a leveza da tecnologia que executa apenas a aplicação de forma centralizada.

Isto acaba refletindo na quantidade de usuários suportadas pelo servidor centralizado e acaba refletindo em alto consumo de hardware da tecnologia TERMINAL SERVICES.

A tecnologia de processamento em ambiente Windows tornou os servidores Windows em máquinas multiusuárias, rodando várias aplicações ao mesmo tempo e compartilhando recursos de processamento e armazenamento.

A tecnologia de virtualização de servidores e apliicações se adequou muito bem ao ambiente de cloud e permitiu que as empresas fechassem seus próprios datacenters e passassem a terceirizar o processamento e armazenamento em nuvem.

 

Desta forma também as empresas estão se livrando da ditadura do desktop e passaram a utilizar outros meios de acesso à aplicações, a partir de tablets ou smartphones com sistemas operacionais iOS ou Android, acabando com o reinado dos desktops Windows.

Depois do web enabling de aplicações legadas, chegou o desafio do mobile enabling destas mesmas aplicações. Cada dia aumenta o número de dispositivos móveis e as aplicações legadas desktop ainda levará tempo para serem substituídas. Para atender esta necessidade, conheçam a tecnologia MAX (Mobile Enabling eXperience) do GO-Global. Ele ainda pode dar vida longa às aplicações desktop, operadas de forma touchscreen em dispositivos móveis.

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