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O GO-Global não requer licenças RDS CAL adicionais?

Esta questão tem sido frequentemente levantada por potenciais clientes que se defrontam com a seguinte cláusula no Acordo de Licenciamento (EULA) do produto Windows Server da Microsoft, que fala exatamente o seguinte:

 

“you must acquire a Windows Server 2012 Remote Desktop Service CAL for each user or device that … (ii) directly or indirectly accesses the server software to host a graphical user interface (using the Windows Server 2012 Remote Desktop Services Functionality or other technology).”

 

Neste parágrafo do EULA, a Microsoft dá a entender que qualquer produto está sujeito à aquisição de licenças adicionais de RDS CAL, porém na sequência de perguntas e respostas ao final do texto, nós deixaremos claro que ao produto GO-Global esta restrição não se aplica.  Temos sugerido aos usuários do GO-Global para ignorarem este parágrafo porque ele não se aplica ao GO-Global pelas razões expostas abaixo.

 

Ainda existem outros documentos sobre licenciamento da Microsoft, do tipo Perguntas & Respostas, que chegam a mencionar explicitamente o nome da GraphOn e do GO-Global, contudo recomendamos ignorar estas informações porque não procedem.  

 

A GraphOn tem um histórico de mais de 20 anos no mercado convivendo com a Microsoft e ela nunca exigiu de nenhum dos nossos usuários o licenciamento adicional de RDS CAL.  

 

Introduzido pela Centric System no Brasil e vendido aqui há 12 anos, nunca houve um único cliente de GO-Global que tenha sido obrigado a comprar licenças de RDS CAL.

 

Pelos motivos que vamos expor a seguir, demonstramos que as licenças RDS CAL no caso do GO-Global não são necessárias por uma série de questões técnicas e de arquitetura que iremos esclarecer em seguida.

 

A preocupação da Microsoft ao incluir estas restrições no EULA é compreensível, pois realmente existem uma série de produtos que de fato utilizam tecnologia da Microsoft e que chegam ao extremo de a alterar o contador de sessões livres de RDS do servidor Windows (utilizadas normalmente para fins de suporte e manutenção) liberando assim ilegalmente um número ilimitado de usuários do RDS, sem a aquisição das devidas licenças RDS CAL. 

 

São produtos sucessores do XP UNLIMITED, entre os quais o TSPLUS, que fazem uso desta prática ilegal e não passam numa auditoria da Microsoft.  São produtos piratas, que apenas fornecem uma interface amigável de administração do RDS, contudo não estão dispensados da aquisição das licenças RDS CAL.

 

Comparativo básico dos produtos RDS e GO-Global

 

Antes de tudo, para que o leitor entenda melhor as perguntas e respostas, é necessário entender as diferenças dos produtos e entender que os propósitos do RDS e do GO-Global são bem diferentes e realmente não competem entre si.

 

Descrição do RDS

 

O RDS da Microsoft, desde o momento que foi concebido, teve o objetivo de prover acesso remoto a sessões Windows rodando em servidor remoto com todas suas funções e características. Existem vários outros produtos que se propõem a fazer isto, incluindo as versões mais moderna desta tecnologia que roda sessões Windows remotas no servidor central em máquinas virtuais exclusiva, conhecidas como VDI (Virtual Destop Infraestructure) existindo várias opções de fornecedores, todas sujeitas à RDS CAL ou licença adicional do Windows pelo fato de realmente disponibilizarem um ambiente completo Windows.

 

As soluções que oferecem instâncias completas do Windows, são obviamente soluções mais pesadas, pois carregam todo o overhead de executar uma sessão completa do Windows no servidor central.

 

Descrição do GO-Global

 

O GO-Global é uma solução de processamento centralizado, e seu objetivo é dar ao usuário a opção pelo processamento centralizado de suas aplicações. Ele não publica o Desktop do Windows, nunca teve este propósito e, portanto, não é comparável com as funções do RDS, e nem de longe pode ser considerado um VDI. Para realçar a sua diferença do RDS, existem versões do GO-Global para os sistemas operacionais UNIX e LINUX, fato que comprova a sua total independência em relação ao RDS ou qualquer tecnologia Microsoft.

A solução GO-Global é uma solução muito mais leve pelo fato de executar apenas a aplicação do usuário e tem sido escolhido pelas empresas que procuram eficiência e não fazem questão do Desktop do Windows e que precisam executar aplicações a partir de qualquer dispositivo, seja a partir de equipamentos desktop com qualquer sistema operacional, ou a partir de dispositivos móveis como smartphones e tablets.

 

O GO-Global pelas suas características é o produto ideal para viabilizar o acesso a aplicações hospedadas em ambiente Cloud, sem o desnecessário overhead de um sistema operacional Windows.

 

PERGUNTAS E RESPOSTAS:

 

Pergunta 1 - O GO-Global utiliza o protocolo RDP proprietário da Microsoft?

Resposta 1:  Não, o GO-Global possui o seu próprio protocolo chamado RXP, muito mais rápido e eficiente do que o RDP, chegando a consumir 3x menos banda.

 

Pergunta 2 – O GO-Global necessita do RDS ou de qualquer dos seus serviços?

Resposta 2 – Não, GO-Global não faz uso de nenhum serviço do RDS, podendo o RDS ser inclusive desinstalado sem prejuízo do funcionamento do GO-Global e das aplicações por ele publicadas.

 

Pergunta 3 – O GO-Global cria sessões dentro do Sistema Operacional Servidor?

Resposta 3: Não, GO-Global não cria sessões de usuário no servidor Windows Server, cria apenas processos que executam as aplicações de usuário, num modelo muito parecido com as aplicações .NET. 

 

Pergunta 4 – GO-Global cria uma instância nova e adicional de Windows no Servidor?

Resposta 4: Não, o GO-Global não cria instâncias novas de Windows no servidor, apenas os processos que rodam as aplicações dos usuários.

 

Pergunta 5 – O GO-Global publica um Desktop do Windows no Servidor?

Resposta 5: Não, não é o propósito do GO-Global publicar a interface do desktop do Windows, apenas a interface gráfica das aplicações do usuário.

 

Pergunta 6 – O GO-Global é um “multiplicador ilegal” do sistema Windows?

Resposta 6: Não, absolutamente. Como não cria sessões de Windows e não publica o desktop do Windows, ele não se enquadra nesta categoria.

 

Pergunta 7 – O GO-Global utiliza serviços do Servidor Windows “Server Software”?

Resposta 7: Não. Embora o termo “Server software” seja um termo vago e mal definido, o GO-Global não executa nenhum software que possa ser exclusivo de servidor Windows. A mesma versão do GO-Global que roda em servidor Windows Server, pode rodar também em Windows desktop como, por exemplo, Windows XP, Windows 7, 8 ou Windows 10 que com certeza não possuem as características e não podem ser considerados como sendo servidores Windows.

 

Pergunta 8 – O GO-Global publica a interface gráfica do Windows (Windows GUI)?

Resposta 8: Não. Se neste caso se referem a interface gráfica do desktop do Windows, as respostas anteriores já deixaram claro que não. Se se referem à interface do próprio sistema operacional Windows, vale a pena salientar que todo e qualquer programa Windows utiliza a GUI do Windows.  Ela faz parte da API do Windows e não é possível escrever nem um programa do tipo “Hello World” sem utilizá-la.

 

Pergunta 9 – O GO-Global faz acesso sem licenciamento do usuário ao Servidor Windows?

Resposta 9: Não. Qualquer programa executado pelo GO-Global requer antes de tudo a autenticação do usuário, e, portanto, requer uma licença de WINDOWS SERVER CAL. O GO-Global faz uso do servidor Windows como um servidor de processamento de aplicações, no mesmo esquema de um servidor de aplicações .NET, e neste caso a licença de Windows SERVER CAL é o suficiente para garantir um acesso licenciado.  

 

Pergunta 10 – O GO-Global faz uso indevido ou não autorizado de rotinas ou softwares do Windows?

Resposta 10: Não, o GO-Global utiliza no servidor Windows apenas softwares proprietários ou funções que façam parte da API do Windows. O GO-Global não faz uso de nenhum software proprietário ou sob patente da Microsoft.

 

Pergunta 11 – O GO-Global foi alguma vez contestado pela Microsoft por fazer uso não permitido de software ou patentes da Microsoft?

Resposta 11: Não, a tecnologia de execução centralizada de aplicações Windows da GraphOn existe desde 1997 e nunca foi questionada pela Microsoft durante estes 20 anos.

 

Pergunta 12 – Arquiteturas que fazem um uso similar do Windows Server exigem a aquisição adicional de licenças RDS CAL?

Resposta 12: Não. A arquitetura .NET (dotNet) que faz um uso muito similar ao GO-Global dos servidores Windows, utilizando-os como servidores de processamento, também não requerem licenciamento RDS CAL. Aplicações rodando sob o framework JAVA/APACHE também não requerem licenciamentos adicionais. 

Agora, após os esclarecimentos e respostas fornecidas, gostaríamos também de fazer uma pergunta para responderem, ou pensarem a respeito:

 

Pergunta 13 – Será que a Microsoft tem o direito de cobrar por um software, o RDS no caso, que você nunca irá utilizar?  

Resposta 13:  Nós não encontramos nenhuma lei no código civil ou comercial que obrigue alguém a pagar por algo que não usa.  

 

Esperamos que as explicações acima tenham sido suficientes para demonstrar a independência do GO-Global e a não necessidade de licenças RDS CAL adicionais.  

 

Se houver outros questionamentos, estamos ao dispor para esclarecer.

GO-Global FAQ

Perguntas e respostas sobre o mundo GO-Global.